quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Terceiro encontro

DEUS ESTÁ EM NOSSO MEIO OU NÃO? “POR QUE PONDES O SENHOR À PROVA?”

Ex 17,1-7

1Cor 10,1-13

1 Toda a comunidade de Israel partiu do deserto de Sin para as etapas seguintes, conforme a ordem de Javé, e acamparam em Rafidim, onde o povo não encontrou água para beber. 2 Então o povo discutiu com Moisés, dizendo: «Dê-nos água para beber». Moisés respondeu: «Por que vocês discutem comigo e colocam Javé à prova?» 3 Mas o povo tinha sede e murmurou contra Moisés, dizendo: «Por que você nos tirou do Egito? Foi para matar de sede a nós, nossos filhos e nossos animais?» 4 Então Moisés clamou a Javé, dizendo: «O que vou fazer com esse povo? Estão quase me apedrejando!» 5 Javé respondeu a Moisés: «Passe à frente do povo e tome com você alguns anciãos de Israel; leve com você a vara com que feriu o rio Nilo; e caminhe. 6 Eu vou esperar você junto à rocha de Horeb. Você baterá na rocha, e dela sairá água para o povo beber». Moisés assim fez na presença dos anciãos de Israel, 7 e deu a esse lugar o nome de Massa e Meriba, por causa da discussão dos filhos de Israel e porque puseram Javé à prova, dizendo: «Javé está no meio de nós, ou não?»

1 Irmãos, não quero que vocês ignorem uma coisa: todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem; todos atravessaram o mar 2 e, na nuvem e no mar, todos receberam um batismo que os ligava a Moisés. 3 Todos comeram o mesmo alimento espiritual, 4 e todos beberam a mesma bebida espiritual, pois bebiam de uma rocha espiritual que os acompanhava; e essa rocha era Cristo. 5 Apesar disso, a maioria deles não agradou a Deus, e caíram mortos no deserto.

6 Ora, esses fatos aconteceram como exemplo para nós, para que não cobicemos coisas más, como eles cobiçaram. 7 Não se tornem idólatras, como alguns deles, conforme está na Escritura: «O povo sentou-se para comer e beber; depois se levantaram para se divertir». 8 Nem nos entreguemos à imoralidade, como alguns deles se entregaram, de modo que num só dia morreram vinte e três mil. 9 Não tentemos ao Senhor, como alguns deles tentaram, e morreram vitimados pelas serpentes. 10 Não murmurem, como alguns deles murmuraram, e pereceram em mãos do anjo exterminador.

11 Tais coisas aconteceram a eles como exemplo, e foram escritas para nossa instrução, a nós que vivemos no fim dos tempos. 12 Portanto, aquele que julga estar em pé, tome cuidado para não cair. 13 Vocês não foram tentados além do que podiam suportar, porque Deus é fiel e não permitirá que sejam tentados acima das forças que vocês têm. Mas, junto com a tentação, ele dará a vocês os meios de sair dela e a força para suportá-la.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Segundo encontro

O PÃO NOSSO DE CADA DIA. “SENHOR, DAI-NOS SEMPRE DESTE PÃO”

Ex 16,1-35

Jo 6,30-35

1 Toda a comunidade de Israel partiu de Elim e chegou ao deserto de Sin, entre Elim e o Sinai, no dia quinze do segundo mês após a saída do Egito. 2 Toda a comunidade de Israel murmurou contra Moisés e Aarão no deserto, 3 dizendo: «Era melhor termos sido mortos pela mão de Javé na terra do Egito, onde estávamos sentados junto à panela de carne, comendo pão com fartura. Vocês nos trouxeram a este deserto para fazer toda esta multidão morrer de fome!»

4 Javé disse a Moisés: «Farei chover pão do céu para vocês: o povo sairá para recolher a porção de cada dia, para que eu o experimente e veja se ele observa a minha lei, ou não. 5 No sexto dia, porém, eles deverão preparar o que recolheram, e será o dobro do que recolhem nos outros dias».

30 Eles perguntaram: «Que sinal realizas para que possamos ver e acreditar em ti? Qual é a tua obra? 31 Nossos pais comeram o maná no deserto, como diz a Escritura: ‘Ele deu-lhes um pão que veio do céu’ «.

32 Jesus respondeu: «Eu garanto a vocês: Moisés não deu para vocês o pão que veio do céu. É o meu Pai quem dá para vocês o verdadeiro pão que vem do céu, 33 porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.» 34 Então eles pediram: «Senhor, dá-nos sempre desse pão.»

35 Jesus disse: «Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem acredita em mim nunca mais terá sede.

6 Então Moisés e Aarão disseram a toda a comunidade de Israel: «À tarde vocês saberão que foi Javé quem os tirou do Egito. 7 E, pela manhã, vocês verão a glória de Javé, porque Javé ouviu as murmurações que vocês fizeram contra ele. Quem somos nós, para vocês murmurarem contra nós?» 8 Moisés disse mais: «Esta tarde, Javé dará carne para vocês comerem e, pela manhã, pão com fartura, pois ele ouviu a murmuração que vocês fizeram contra ele. Quem somos nós? As murmurações de vocês não são contra nós, e sim contra Javé».

9 Moisés disse a Aarão: «Diga a toda a comunidade de Israel: ‘Aproximem-se de Javé, pois ele ouviu as murmurações que vocês fizeram’ «. 10 Enquanto Aarão falava para toda a comunidade de Israel, olharam para o deserto e viram que a glória de Javé aparecia numa nuvem. 11 Javé falou a Moisés: 12 «Eu escutei as murmurações dos filhos de Israel. Diga-lhes que comerão carne à tarde e, pela manhã, se fartarão de pão. Assim ficarão sabendo que eu sou Javé seu Deus».

13 À tarde, um bando de codornizes cobriu todo o acampamento e, pela manhã, havia uma camada de orvalho ao redor do acampamento. 14 Quando a camada de orvalho se evaporou, na superfície do deserto apareceram pequenos flocos, como cristais de gelo. 15 Ao verem, os filhos de Israel perguntaram: «Que é isso?» Porque não sabiam o que era. 16 Moisés disse-lhes: «Isso é o pão que Javé lhes dá para comer. E são estas as ordens de Javé: Cada um recolha o quanto lhe basta para comer: quatro litros e meio por pessoa, conforme o número de pessoas que se achem na sua tenda.

17 Os filhos de Israel assim fizeram: uns recolheram mais, outros menos. 18 Quando mediram as quantias, não sobrava para quem havia recolhido mais, nem faltava para quem havia recolhido menos. Cada um tinha recolhido o que podia comer.

19 Moisés então lhes disse: «Ninguém guarde para a manhã seguinte». 20 Mas eles não deram ouvidos a Moisés, e alguns o guardaram para o dia seguinte. Porém, criou vermes e apodreceu. Por isso, Moisés ficou indignado contra eles. 21 A cada manhã eles colhiam o quanto cada um podia comer, porque o calor do sol o derretia. 22 No sexto dia, recolhiam o dobro: nove litros para cada um. E todos os chefes da comunidade informaram a Moisés. 23 E Moisés falou: «É exatamente isso que Javé ordenou: amanhã é sábado, um descanso completo reservado a Javé. Cozinhem o que quiserem cozinhar e fervam o que quiserem ferver; separem o que sobrar e reservem para o dia seguinte». 24 Eles fizeram a reserva até o dia seguinte, conforme Moisés tinha ordenado. E dessa vez não apodreceu nem criou vermes. 25 Então Moisés disse: «Comam hoje, porque hoje é um sábado de Javé. Hoje vocês não encontrarão alimento no campo. 26 Recolham durante seis dias, pois no sétimo, que é sábado, não o encontrarão». 27 No sétimo dia, alguns do povo saíram para o recolher, mas não encontraram nada. 28 Javé disse a Moisés: «Até quando vocês se negarão a observar meus mandamentos e leis? 29 É Javé quem lhes dá o sábado, e é por isso que ele, no sexto dia, lhes dará pão para dois dias. Cada um fique onde está. Ninguém saia do seu lugar no sétimo dia». 30 E no sétimo dia o povo descansou.

31 A casa de Israel deu-lhe o nome de maná: era branco como a semente de coentro, e seu sabor era como bolo de mel. 32 Moisés disse: «Esta é a ordem de Javé: conservem quatro litros e meio para que as gerações futuras possam ver o pão com que eu os alimentei no deserto, quando os tirei do Egito». 33 Moisés disse a Aarão: «Pegue uma vasilha, coloque nela quatro litros e meio de maná, e coloque-a diante de Javé, a fim de o conservar para as gerações futuras». 34 Conforme Javé tinha ordenado a Moisés, Aarão o colocou diante do Testemunho, para que fosse conservado.

35 Os filhos de Israel comeram maná durante quarenta anos, até chegarem à terra habitada. Comeram maná até chegarem à fronteira de Canaã.